segunda-feira, 17 de julho de 2017

Um caminho em São Paulo

Saímos na quarta à noite e quinta estávamos em São José, expondo e conversando na Clínica Espelho Mágico - seu reflexo interior, com Denise e Haedyl na pilotagem do encontro. As fotos falam mais e o vídeo também.
Celestina, a kombi, fecha o ambiente na entrada.
E papo rola...
Roquenrou observa a exposição da janela do
quarto.
Gente chegou e saiu, todo o tempo.


Na sexta fomos pra Guarulhos, chegamos à noite e baixamos a exposição na Praça da Matriz. Dia seguinte fomos pro evento no Esco Bar, com música e exposição de vários artistas e artesãos.

No Esco Bar, exposição variada.
Atenção e participação não faltaram.
A Matriz está aí. E nós também.



A viagem segue, amanhã na Vila Guilherme. Estamos agora em São Mateus, em casa de amigos, e partimos pra Santos na quinta-feira, onde ficamos até pelo menos domingo. Depois seguimos viagem, rumo Itapetininga. A rota está sendo feita na caminhada, temos um plano geral e devemos estar em casa no princípio de agosto, pra recomeçar a produção. Temos no caminho Campinas, Ribeirão Preto, Franca, Belo Horizonte, Juiz de Fora já a caminho de casa. Nada planejado, vai depender de convite pra expor, depender dos lugares e possibilidades. Somos em quatro, mais uma kombi sem tranca.
Temos Piracicaba, Tatuí, Limeira no caminho, semana que vem, sem convite pra nada ainda. O plano era ir até Ribeirão Preto, em princípio. A ver o que rola. Coletivos são prioridade, mas vender também é, até pra seguir viagem e resolver as coisas da vida que exigem grana.   

quarta-feira, 5 de julho de 2017

A viagem decorre entre imprevistos e programações imediatas. Passamos por Volta Redonda, onde houve palestra e exposição. Conhecemos Max, o adestrador de cães, que nos arrumou uma consulta pro Roquenrou onde foi diagnosticada "alergia a pulgas", uma contradição pra um cachorro encontrado nas ruas de São Paulo. Medicamento caro, foi dado o derrame na grana das vendas. Dias depois ele parou de se coçar, já em Belo Horizonte, onde chegamos de manhã, depois de uma noite na estrada. Na madrugada, passando pela região da mineração de ferro, uma chuva forte marcou a kombi com o vermelho do minério - Celestina estava limpinha por um dos raros banhos, antes de sair de casa.
UFF, campus da Vila, em Volta Redonda.

Expusemos por dois dias na Praça Duque de Caxias, em Santa Teresa belorizontina, com bons encontros, conversas e vendas. Na terceira, encontramos a praça imersa em festa de São João, lotada, e não pudemos expor.

Fomos a Florestal, num campus da UFV (Viçosa), e fizemos exposição e palestra,

Voltamos de Florestal pra Contagem, onde fomos recebidos por William e Amapola, no dia anterior à exposição no Viaduto das Artes, no Barreiro. A exposição em si estava ótima, as artes cheias de sentimento, pinturas belas nascidas no coração dos artistas que estavam lá. Fui recebido como extra, entrei com a kombi e expus do lado de fora. Achei que o evento merecia maior público, pela qualidade, pelo nível da abordagem social, pelo engajamento e denúncia das injustiças cotidianas, das pressões e insatisfações em uma sociedade mentirosa, criadora de miséria e ignorância, que abandona pessoas e viola suas próprias leis.



Florestal foi uma das paradas nesta viagem centralizada em Belorizonte. Agora estou sem internet, na casa que está em obras, preparando viagem ao estado de São Paulo, durante o mês de julho. Começaremos por Sampa, estendendo pra Santos e, depois, por outras cidades até a fronteira com Minas.

Esta comunicação é pra dar satisfação aos que estão esperando o contato pra viagem, pra saber por onde vai o caminho. Vai desse jeito, improvisando no dia a dia. Não podemos saber como vai a kombi, ou dos percalços do caminho. Mas vamos assim, desse jeito.

Na seqüência de São Paulo, vamos terminar por Minas, no final do mês.

Comunico mais por aqui. E também pelo feice, https://www.facebook.com/eduardo.marinho.3152, meu feice pessoal.

observar e absorver

Aqui procuramos causar reflexão.